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06/01/2021 14:40:34
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Restrições e testagem de covid-19 antes do embarque

Viajantes querem ter, novamente, a liberdade de ir e vir. No entanto, alguns fatores ainda não permitem esse livre fluxo, seja por bloqueio de fronteiras ou por restrições na entrada de turistas. A Associação Internacional dos Transportes Aéreos (Iata, da sigla em inglês) sugere que os protocolos dos países sejam unificados para facilitar o processo de reabertura e de retomada do setor. Apesar do receio expressado por muitas nações, a entidade deixa claro que as medidas de biossegurança implementadas tornaram a aviação segura e, por isso, apresentam baixíssimo número no caso de contaminação a bordo. Dany Oliveira, diretor geral da Iata no Brasil, explica que 86% dos passageiros recentes reconhecem que os protocolos aéreos foram bem desenvolvidos. “Desta maneira, os governos podem caminhar para abertura de suas fronteiras como já está sendo feito em alguns países, como é o caso do Brasil”, cita. Ele destaca um estudo recente que aponta o registro de 44 casos potenciais identificados de transmissão relacionada a voos dentre 1,2 bilhão de possibilidades. O resultado representa um caso a cada 27 milhões de viajantes. Além disso, a Iata nota que uma grande parcela destes casos foi identificada antes da obrigatoriedade de usar coberturas faciais a bordo. “Reconhecemos que esse número pode estar subestimado, mas mesmo se 90% dos casos não fossem relatados, seria um caso para cada 2,7 milhões de viajantes, mesma categoria de risco de ser atingido por um raio”, reforça. A possível unificação desses protocolos para os países, pleito reforçado pela Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci, do inglês) – apresentada no documento “Decolagem: Guia para Viagens Aéreas durante a crise de Covid-19” (Take-off: Guidance for Air Travel through COVID-19 Public Health Crisis) – visa estabelecer uma estrutura padrão global de medidas temporárias baseadas na gestão de risco, fazendo com que os governos e o segmento mantenham operações seguras durante a pandemia. “É fundamental que todos os governos adotem as medidas de forma harmonizada não só para a recuperação do setor, mas para que a reconstrução dele seja mais eficiente, garantindo resiliência futura para toda a cadeia de valor. Esses protocolos globais foram acordados pelos países e nenhuma indústria é tão experiente em implementar com sucesso programas de segurança globais como a aviação”, destaca Oliveira. A Iata também se preocupa com medidas que alguns países impuseram e que podem ser vistas como entraves para a chegada de visitantes, como a regra de quarentena no destino. Para isso, uma das soluções citadas pela entidade é a execução de testes de covid-19 rápidos, precisos e de baixo custo. “São testes fáceis de usar, escalonáveis e sistemáticos para todos os passageiros antes do embarque internacional, como uma alternativa à quarentena. Assim, é possível restabelecer a conectividade aérea global”, completa o diretor, que vê o teste pré-embarque como um auxílio para manter o segmento viável e capaz de manter os benefícios sociais e econômicos em todo o mundo. “A quarentena de 14 dias é quase o mesmo que fechar fronteiras”, avalia. A Iata mantém contato com seus associados, apoiando e incentivando medidas que garantam e consolidem o transporte aéreo como um dos mais seguros do mundo. Dentre as medidas ressaltadas pela entidade, estão: distanciamento físico, uso obrigatório de máscaras, higienização e desinfecção de rotina, triagem sanitária antes e depois do voo, rastreamento de contatos para passageiros e funcionários, formulários de declaração de saúde dos passageiros e teste de covid-19. “Não existe uma única medida com o efeito de ‘bala de prata’ e nada está completamente livre de riscos, mas a combinação dessas medidas temporárias de biossegurança cria um ambiente de muito baixo risco de transmissão da covid-19 na aviação”, comenta. Até o fechamento desta edição, o Brasil era um dos 66 destinos do mundo que não definiu restrições à entrada de estrangeiros por aeroportos em nível federal. O País também não adotou medidas comuns a visitantes que chegam do exterior, como a apresentação do teste negativo para covid-19 ou quarentena de 14 dias, conforme ressalta a Iata.

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